Sério, Moda?

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Eu me apaixonei

Publicado em 26 outubro 2011 on 22:26

 

 

 

Me apaixonei.

É, acontece. Acontece quando você menos espera – e me perdõem, leitore/as, por esse malfadado clichê. Mas eu me apaixonei.

Me apaixonei pelo nosso novo layout, por um belo par de sapatos, por um som, por um moço, por uma ideia. Por garotas talentosas que batalham seus espaços nesta cidade louca. Por cantoras doces que não atraem só nossos ouvidos e corações, mas também nossos olhares.

Me apaixonei por uma festa – e pela promessa de mais por aí (novidades, mais novidades!).

Amei o trabalho da Ana Kreutzer, essa, por sua vez, apaixonada por tecidos. Os tecidos falam, diz ela. E nós concordamos, pois vivemos ouvindo o que os tecidos, formas, proporções – escolhas, enfim – tem a dizer a cada look fotografado aqui em São Paulo ou pesquisado na blogosfera.

Gamei na delicadeza e originalidade das peças produzidas pela Georgia. Como é diferente e bom entrar em contato com produções pessoais – as almas bacanas, parece, grudam nas roupas e calçados que suas donas produzem.

 

Georgia – Coleção Sakura

Georgia – Coleção Sakura

Georgia – Coleção Sakura

Adorei ver a Corinne Bailey Rae clicada pelo Scott Schumam para o seu (nosso amado) blog The Sartorialist.

 

Até o look de Corinne é doce

 

Me jo-guei na música. E para eu não ficar perdida entre looks e acordes, criamos uma nova seção aqui no Sério, Moda?, a Play{ing} Now, e chamamos um DJ pra tomar conta dela. A Trilha do Post cresceu e virou trilha do site. E esse moço…

Além das dicas {de qualidade} dos sons que estão rolando nas pistas all over the world, ele já está com ideias super bacanas pra gente aliar street style e diversão. Para todas e todos.

Adorei a nossa nova colunista, cheia de vontade e dicas espertas – a Delô Santos, que vai assumir a coluna Pergunte-me como – aguardem, aguardem!

Pirei nos nossos novos leitores – os meninos!

E como o exercício mor é se apaixonar mais de uma vez pelo mesmo objeto de paixão, me reapaixonei pelos veteranos da minha equipe: Dan, o fotógrafo, e Eris, colunistas mais que especiais.

E, o melhor de tudo: continuo apaixonada por você, leitor/a, que aguentou todas as fases do Sério, Moda? e está aí de novo, pront@ para mais uma.

Então é isso, preparem-se e divirtam-se! Bem-vindos ao novo Sério, Moda?!

 

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Fashion’s Night Out 2011

Publicado em 13 setembro 2011 on 23:34

 

 

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Noite da Moda no Brasil – Fashion’s Night Out 2011

Teve início ontem, na noite do dia 12 de setembro, a segunda edição do VOGUE Fashion´s Night Out versão brasileira. O evento foi originalmente criado pela editrix Anna Wintour para impulsionar as vendas em tempos de recessão americana.

O Brasil, que ficou de fora da programação no ano passado, voltou com tudo em 2011 e foi contemplado com 2 cidades para receber a noite que celebra a moda.

Loja/marcas abrem suas portas em São Paulo e no Rio de Janeiro, até meia-noite, para incentivar o mercado da moda e aproximar clientes e lojistas, num clima bem descontraído e festivo.

Em São Paulo, a madrinha do FNO, Gisele Bündchen (usando um look da coleção resort de Pedro Lourenço – sua exigência foi usar um estilista brasileiro {nada mais justo, hein?}), deu o “star” com um leilão de algumas peças usadas por ela para um editorial da VOGUE, com renda revertida para ONGs que cuidam do meio ambiente.

Pensando também no social, o estacionamento do Shopping Cidade Jardim reverteu 100% do valor arrecadado no dia para uma instituição preocupada com a conscientização socioambiental e educativa.  É a moda mostrando a sua preocupação com causas importantes.

{A gente vive dizendo que moda é muito mais que o mundinho fútil-afetado parece gostar de mostrar.}

Na super autoestimada Oscar Freire, cada loja (que aderiu ao evento – acredite, nem todas aderiram, né, seo Oscar Metsavaht?) investiu em atrações e mimos para atrair os consumidores que conferiram a noite fashion. Andando pelas ruas podia-se ouvir sets de DJs, conversas animadas e gente brindando nas calçadas – até atrações circenses!

Ah, isso sem esquecer os acepipes & birinaites que muitas lojas ofereceram aos clientes. Aliás, segredinho: tinha muita gente lá só por causa disso. =o

A Anunciação, por exemplo, apresentou sua coleção Verão 2012 com Kir Royal e uma apresentação artística na entrada da loja. Quem conferiu a apresentação também ganhou algodão-doce com glitter (sucesso total) e um mega cookie em forma de coruja (símbolo da versão brasileira do FNO).

 

 

 

 

 

Já a Convicto recepcionava os clientes com prosecco, bem-casados e o papo delicioso do staff da casa. {Gente como a gente, sabe? Coisas do lado alternativo da Oscar Freire.} #existe

 

 

Na Concept Store da Fila, no mais puro tom street style que a gente tanto ama,  trilha a la hip-hop e demais black musics, e o artista urbano Popoh customizando o sneaker Original Canvas.

 

Amamos as estampas (trend alert: bikes estão em alta)…

… e a modelagem das tees femininas – per-fe-itas para sobreposição.

Embora não seja um evento diretamente direcionado às massas {mas nada, absolutamente, impedia que qualquer um estivesse ali – a não ser um ou outro nariz empinado a ser enfrentado}, vale muito pela intenção de aumentar as vendas e dar incentivo ao mercado da moda no Brasil.

Só uma crítica ao FNO Brasil na Oscar Freire. As bolsas de lixo (mal) descartados ali. Sim, numa das calçadas mais chiquês do Brazil. E eram muitas!!! Ah, sem falar nas garrafas, copos e latinhas de bebidas deixadas vazias pelos frequentadores da celebração, na rua e até na entrada de algumas lojas.

Ser educado não é tendência – é um clássico. E como tal, está sempre em alta, sempre “na moda” – pelo menos para nós do Sério, Moda?. #ficaadica

 

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Perfeito para: ficar com vontade, não! Era só badalação – as peças {e pessoas} bacanas continuam lá, disponíveis. #jabafree

Melhor ouvindo: Caro Emerald, A Night Like This – Official video

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Te Quiero

Publicado em 3 junho 2011 on 0:11
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Te Quiero, quero mesmo

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Meninas! Aquelas que acompanham o Sério, Moda? sabem. A gente raramente fala de alguma marca, a não ser que ela preencha alguns requisitos que foram sendo definidos no decorrer do tempo de vida do blog – longos quase 4 anos!

1- Tem que ser cool

Ou seja, tem que se encaixar naquela fórmula que vivemos tentando concluir: ser autêntico, despretensioso, inusitado (até mesmo incoerente), e sua tia não entende.

2- Tem que ter conteúdo

É. Não basta ser uma peça bonita, não basta ser uma marca descolada. Requeremos tutano. Tem que parecer, e ser verdade, que o trabalho foi levado a sério, foi pensado, planejado, debruçado. Seja ele um simples pregar de botões.

3- Tem que ter coração

Pois bem. Somos pessoas. Mais que isso. Somos gente. Gente que tem sentimentos e que não consegue deixar a alma na chapelaria em evento algum. Sangue, calor, emoção, amor, comprometimento? Sim, queremos, não temos medo. Apreciamos e damos de volta.

 

É que no fim de semana passado (28/mai) tivemos a sorte de entrar em contato com o pessoal da Te Quiero. E, ai, foi uma perdição!

Todos foram tão atenciosos, explicando detalhes da produção, o conceito da coleção, as ideias, o cuidado com os detalhes…

Por isso sofremos lá. Sofreeemos com a vontade de levar a coleção in-tei-ra para casa.

Uma profusão de peças blacks [perfeitas para balada - ou você acha bacana posar de fashion victim na night?], com silks, tachas e paetês poderosos; tons neutros que vão do prata (apaixonante) ao rosado, passando pelo nude e pelo cinza mescla [que está sendo elevado à categoria de clássico] em peças fluidas e amplas; e básicos indispensáveis para complementar tudo isso [sempre com algum detalhe especial que tem aquele poder de destacar a gente na multidão].

 

 

 

 

Dá pra resistir a um detalhe desses? Tachas em formato de caveira com olhinhos de coração, ai.

  • Saia jeans tacha caveira + Blusa tricot ampla Te Quiero
  • Camisete + acessórios – acervo próprio

No fim eu, Jodie, me controlei e acabei levando ‘apenas’ 2 looks, um básico {prestenção, básicos são coisas importantes, logo vamos falar disso aqui no Sério, Moda?} e outro mais estiloso/retrô [eu disse que os prateados eram irresistíveis, ai, ai.]

 

 

 

Gente! Eu amei esse tricot com fios prateados Missoni inspired! AMEI!

  • Vestido estampa Missoni Te Quiero
  • T-shirt manga longa + acessórios – acervo próprio

Assim, para mostrar que eu fiz a lição da casa: peças que são feitas com cuidado e que têm detalhes originais têm o poder de fazer a gente se apaixonar por elas. E a paixão, nesse caso, é eterna.

Ou seja, roupas que te acompanharão por muito tempo são um ótimo investimento fashion.

O bacana é que a Te Quiero está cheia de projetos.  Pra quem gosta de moda, tendências, conceitos, é só ficar ligada! É aquela parte do “conteúdo” que falamos no começo do post.

Fotos: Dan Freire

Serviço:

Te Quiero

Loja Vila Madalena Rua Harmonia, 198 – Tel.: 3031-5766

Loja Vila Nova Conceição Rua Vizeu, 25 – Tel.: 3045-9665

Loja Alphaville Alameda Araguaia, 272 Loja 4 – Tel.: 4191-3183 / 4193-1665

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Perfeito para: dar uma passadinha na loja e depois sair caminhando pela Vila Madá [ou pelo bairro mais charmoso/boêmio da sua cidade].

Melhor ouvindo: Caro Emerald, Back It Up (Official)

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Pedro Lourenco lança coleção masculina para Riachuelo

Publicado em 25 maio 2011 on 22:05
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Homens. [Finalmente chegou nossa hora]

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Foi lançada ontem, dia 24/mai, a tão esperada coleção masculina de Pedro Lourenço para a Riachuelo.

Conferimos as peças com o designer in loco (!) e gostamos de muitas peças.

A coleção, em comemoração ao Dia dos Namorados, tem peças básicas como camisetas (manga longa e curta), moletons, camisas, jeans, alfaiataria, dois modelos de gravata (dessas mais fininhas, difícil de encontrar em lojas de departamento!), dois modelos de sapatos (uma bota de cano longo, mais social, e um tênis cano longo em texturas diferentes), carteiras e dois modelos de peças íntimas.

As peças que mais se destacam são os dois modelos de jaqueta e a calça de alfaiataria que, logicamente, nem esquentou nas araras.

As cores são sóbrias: branco e preto, cinza, verde e azul marinho. Alguns peças fazem um color blocking básico (os moletons, a calça de alfaiataria e camisa em preto e branco), mas interessante.

As estampas representam, bem…, catástrofes provocadas pelo homem, bombas atômicas e máscaras. #parapensar

A modelagem é mais sequinha e moderna.

 

Pedro Lourenço

 

Bom: os preços também estão bem acessíveis -  a peça mais cara custa R$179,00.

Como o próprio estilista declarou, a coleção foi pensada para homens que procuram peças mais contemporâneas e que não são facilmente encontradas em lojas de fast fashion.

É provável que uma segunda coleção do designer ainda seja lançada. Vale lembrar que outro grande nome da moda brasileira já fez parceria com a Riachuelo. Oskar Metsavaht lançou no Verão a coleção Rio de Janeiro que também fez muito sucesso entre o público masculino.

Então, meninos, corram até a Riachuelo e confiram as peças.

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Meninas, #ficaadica para presentear o namorado estiloso.

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Perfeito para: adiantar-se e comprar logo o presente pro namô – ou combinar um brunch especial com as amigas solteiras para o dia mais chatinho do ano para quem está alone.

Melhor ouvindo: Jack Johnson, Sitting, Waiting, Wishing [ouça abaixo!]

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American Apparel e a moda anos 80

Publicado em 4 agosto 2009 on 0:31
Faro Fashion
American Apparel
Matéria de Daniela Varanda
Pretty in Pink

Ok, Jodie, desafio feito é desafio aceito.

Na intenção de provar para nossa editora E! – entendida, estilosa e exigente – que não há absolutamente nada de errado com a turma das leggings brilhosas e coloridas, saí no último sábado decidida a colher todas as provas possíveis para derrubar o tabu da moda 80′s.

E como estava, vejam bem, muito, mas muito disposta meeesmo a me entregar a essa experiência, escolhi visitar a Meca da moda oitentista: a American Apparel.

Pelas pernas de Magda Cotrofe! Há muito tempo não me sentia tão bem representada. Sim, como amante irreparável da década perdida, admito meu grande erro de nunca ter feito uma visita à American Apparel desde a abertura de sua filial brasileira, na Rua Oscar Freire, SP, em agosto do ano passado.

Quase um ano de privação desse deleite.

Senti-me como uma criança em meio àquelas araras coloridérrimas. E não é qualquer colorido: é fosforescente! É amarelo Star Fix, laranja Xou da Xuxa e rosa Molly Ringwald.

Comentei até com a vendedora (que não devia ter idade suficiente para saber por que usava aquele vestido vermelho de moletinho com cinto na altura do estômago) que o momento era um retorno às lembranças mais doces de minha infância.

Esqueça as camisetas com estampa de Pac Man ou as festas regadas a Léo Jaime com Balão Mágico. Eu também ando mais do que estafada desse revival forçado dos anos 80. Por isso afirmo que a American Apparel vence pela autenticidade.

As peças de lá não são meras adaptações contemporâneas daquilo que já foi moda. Lá, as roupas têm cor 80, corte 80 e textura 80. Lá as polainas são listradas, os moletons têm gola cortada, o decote nadador impera e os tops são de elastano com aplicação purpurinada.

Mas o forte são mesmo as leggings, incríveis, de todas as cores e cinturas (principalmente as altas). Levei a última preta de lamê da loja e quase soaram um gongo pela minha conquista de sorte. Para usar linguagem adequada: essas calças vêm causando frisson.

Fotos from American Apparel Online Store

A American Apparel não chega a ser acessível, mas como o material das peças varia entre o cotton, o algodão e o moletom, a compra não sai por um valor tão exorbitante (embora a vontade seja de levar tudo mesmo).

O que não há dinheiro que pague é a experiência de se sentir em casa como eu me senti no sábado. Renovaria meu guarda-roupa inteiro facilmente na AP e só mudaria uma coisinha naquela loja: a trilha sonora. Sonia, Noel e Paula Abdul mereciam um pouco mais de atenção.

Porém os e as fashionistas amantes dos anos 80 podem mascar seus bubaloos tranquilos que lá terão como manter seu discriminado estilo com muita elegância. Era isso que eu tinha de provar. Missão cumprida!

American Apparel

Rua Oscar Freire, 433 Jardins São Paulo, SP

Tel: (11) 3081-8422

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Onde comprar meia-calça online

Publicado em 26 julho 2009 on 2:08

Faro Fashion
How Cool.com
Mais meias! Achamos!!! Onde comprar meia-calça cool na internet.

O que esperar de bom (leia-se fashion e usável) numa e-store que vende sapatos como estes?


Ou… botas (???) como estas?

Só estamos mostrando, gente! Essa, definitivamente, não é uma sugestão de uso.

Se você disse meia-calça, acertou! Sim!!! Achamos meias-calças descoladas!

Pois a e-store, o How Cool.com, uma espécie de Galeria Ouro Fino virtual, tem uma boa quantidade de meias-calças coloridas, originais e diferentonas.

E as boas notícias não param por aí.

Além dos brecinhos serem super razoáveis (oba), eles enviam para o Brasil! O site é total friendly, oferecendo a opção de ver os preços em real.

Tá, o layout é meio tosquinho e tal, mas isso faz parte, supomos, desse estilo curto-a-galeria-do-rock. Abstraia. Nem repare nas botas com estilo leprechaun, Peter Pan… Ou nas fantasias… ui.)

O frete sai um pouco carinho, por isso recomendamos que você junte suas amigas – só as mais queridas, aquelas que você não se incomoda em compartilhar segredos fashion – e faça uma compra coletiva.

Assim, 3 super amigas, comprando uma meia de R$ 9,97 cada, vão pagar R$33,05 de frete, ou seja, cada meia vai acabar saindo R$ 20,97.

Não é um esforço tão grande para ter uma meia-calça fantasticamente linda e original, é?

Porque, sinceramente, não sabemos o que fazer para resistir a estas meias ma-ra-vi-lho-sas!!! Ai!!!

Dá uma olhada nas que a gente selecionou (errr, sim, é uma pré-compra das moças aqui) e divirta-se no site.



Hum, você ainda está aí? Conseguiu não sair correndo para chamar suas amigas e fazer um pedido?

Então, justiça seja feita: apesar do mix de produtos do How Cool.com estar mais para how bizarre.com, dá para garimpar e achar peças bem bacanas, além das idolatradas meias-calças.

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Homewear, loungewear… Como se vestir para ficar (bela) em casa

Publicado em 19 julho 2009 on 15:07
Homewear, loungewear… Como se vestir para ficar (bela) em casa

 



O que a crise econômica e o inverno têm em comum? Se você respondeu que as roupas da estação estão caras demais para o seu bolso, tá bom, acertou em termos.

Mas para mim, a maior relação entre uma e outra coisa é a vontade (e eventual necessidade) de ficar em casa.

Acredite, adoro sair para caminhar, comer, dançar. Porém, de uns tempos para cá, comecei a transformar a experiência de não sair em um programa mesmo, como caminhar, comer e dançar.

E se você começar a olhar para o que veste dentro de casa com o mesmo cuidado com que escolhe o filme que vai alugar e o sabor da pizza que irá jantar, tenha certeza de que nem vai lembrar que o seu salário encurtou ou que lá fora faz 10 graus ao sol quando optar por ficar no aconchego de sua casa.


Homewear, ou loungewear
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Esqueça as camisetas com número de vereador e as calças de lycra surradas que você não leva mais para a academia – principalmente se você mora com alguém que repara no seu look até quando você vai ao açougue.

A homewear ou loungewear, nomes dados à roupa de ficar em casa, está mais em alta do que nunca. (Também dá para chamar de moda de sofá, mmm!)

São peças confortáveis, com cores suaves e tecidos macios, que possuem toque de elegância na medida certa para você fazer jus ao seu lar doce lar.

Se num primeiro momento te pareceu bobagem gastar dinheiro com itens feitos exclusivamente para ficar do lado de dentro, ou para ir buscar o China in Box na portaria, ou para levar o cachorro para uma volta no quarteirão, dê uma olhada no que marcas de roupas e lingeries andam aprontando no ramo da loungewear.

 

É tentador! E peças que antes nem te passavam pela cabeça investir, acabam virando artigos de primeira necessidade.

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Além de possuir uma coleção de lingeries lindas, frutos do rejuvenescimento da marca, a Jogê é revendedora da grife Coisas de Alice.

 

 

São peças como sleepshirts (camisões – e não camisolões), vestidos para dormir, bermudinhas, itens de moletom e plush, blusas soltinhas e tudo o mais para deixá-la quentinha e confortável.

Os tons variam entre os pastéis, o branco e o cinza mescla, com direito a cortes inovadores e adaptações de roupas urbanas, como a camiseta polo, para te deixar elegante e docemente sensual.



 

 

 

A Hope sempre teve uma proposta de conforto mais direcionada às roupas de baixo do que a peças com mais pano, mas desde que passou a investir nas lojas próprias deu um belo upgrade em suas criações, agora cobiçadíssimas.

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From hope.com.br

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Além das calcinhas e soutiens feitos de materiais superconfortaveis (esqueça o algodãozinho bege!), a Hope ainda oferece a linha Glam, para dar um tchans no seu look underwear.

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A Casa das Cuecas :: UW sempre teve uma linha de homewear voltada ao público masculino, mas recentemente a marca passou a atender também às mocinhas, com uma proposta parecida com a da Hope (conforto e materiais leves).

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A variedade em peças femininas ainda é restrita, porém, marmanjos, aproveitem: de samba-canção a pijamas que nada parecem com um, invistam na elegância dentro de casa. Tenha certeza de que o Sério, Moda? e a sua querida apoiam!

Renner

 

 

 

Nada como uma boa loja de departamentos para “resolver o problema” quando outras opções não parecerem tão interessantes ou acessíveis.

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Recentemente, a Renner salvou a minha vida, me oferecendo peças a um preço muito camarada para que eu ficasse em casa quentinha, confortável e muito bem acompanhada, claro.

Se a moda urbana de lá não te animar, as peças caseiras podem te surpreender pela variedade e pelo preço.

 

Matéria de Daniela Varanda

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Meninas com Modas

Publicado em 6 julho 2009 on 1:00

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O Sério: Moda! foi ao Meninas com Modas

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Fim de semana fashion agitadinho, viu? Delícia. O melhor de pensar em moda é não pensar em nada mais.

Sim, porque moda tem esse efeito terapêutico na Jodie aqui.

Moda ajuda a Jodie a sair da cama, e contentinha. Quer coisa mais útil? (É, tá, como disse a Carmen Martins, fútil é a forma como algumas pessoas pensam a respeito da moda. Adorei!)

Pois bem, essa frase feliz rolou no 1o encontro Meninas com Modas, organizado pelas fofas Carmen, do blog Achados de Moda e Marcela Kauffman, idealizadora da principal comunidade de moda brasileira, a byMK (que aliás é uma vergooonha que a tia (eu) ainda não tenha se familiarizado com aquilo lá). Completando o trio, Renata Ruiz, do blog Moda para Usar.

Muita informação bacana, muita gente gracinha e atmosfera aconchegante resumem a tarde do sábado de quem esteve presente na megaloja Shoestok da Vila Olímpia, em São Paulo.
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E, no domingo, fomos dar uma olhada em algumas marcas de fast-fashion, já que, apesar de estarmos no início da estação, já há remarcações de preços-oba. Crise também serve pra isso, oras!
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A aprendizagem? Em 10 lições. Voilà!
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1- Você ainda tem preconceito contra meia-calça? Repense.

Meias Felizes

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2- Menino não entra? Entra, sim.
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3- Ao entrar numa megaloja de sapatos, esteja apta a desviar de mulheres enlouquecidas (sejam clientes ou atendentes).
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4- Um sorriso pode fazer sua calça jeans desgrenhada parecer uma Guess alinhada. Já a falta dele… tsc, tsc.
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5- Cada mulher se veste para quem e da forma que quiser. Não existem verdades absolutas na moda. Nem fora dela. Nem esta.

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6- Delicadeza é vital, e pode vir de pequenas peças ou pequenos (grandes) atos.

Olha que incrível este épingle vintage feito pela Telma Guedes

… assim como grampinho para enfeitar, que nos foram docemente presentados por ela.

Delicadeza não é tudo?

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7- Resolveu se jogar no fast-fashion? Comece pela melhor loja – e não sentirá necessidade de ir até as demais.
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8- Esqueceu a necessaire de maquiagem na casa da amiga mas não vive sem o rímel? Pinte seus cílios com o delineador! (Mas tem que ser líquido, por causa do pincel. Ui! Já pensou a opção de cores?!?). Funciona!
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9- Aliás, sugestão: jamais vá a um encontro de moda sem rímel (ou… delineador!). Ja-mais…

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10- Se o seu espelho for o outro, você nunca estará magra o suficiente ou gorda o suficiente ou na moda o suficiente. Esqueça os outros – vista-se elegantemente e seja feliz!

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Fast Fashion – Zara, Mango, C&A e Luigi Bertolli

Publicado em 3 maio 2009 on 14:12

Lojas – Zara, Mango, C&A e Luigi Bertolli

Matéria Especial

Daniela Varanda

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Quem resiste ao fast fashion?

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Que fast food é sinônimo de comida junk a gente sabe. E que tudo na vida ficou rápido demais também já percebemos há tempos.

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Mas nem tudo que é fast precisa ser atestado de mau hábito. Até então, não foram encontradas contra-indicações ao fast fashion, termo que se aplica àquelas lojonas superpráticas, com todas as tendências da moda num só lugar, e com aquela variedade que a gente adora.

A maioria delas é ampla, confortável, não tem vendedores incômodos e ainda possui condições de pagamento bem flexíveis. Por isso, não há por que temer efeitos colaterais: tome já sua dose de fast fashion.

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Um processo industrial

Rapidez, variedade e padronização: são esses os três principais pilares do fast fashion. Uma fast que se preze precisa ter uma logística muito bem estruturada, desde a criação até a distribuição de suas peças, e uma visão bastante empresarial.

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“A Zara é flexível e rápida ao se adaptar ao mercado. Seu modelo é caracterizado pela contínua renovação de produtos: novos artigos chegam às lojas duas vezes por semana. Isso é possível devido à integração vertical de suas atividades – desenho, produção e vendas nas próprias lojas da marca”, explica a Diretoria Geral de Comunicação e Relações Institucionais da Inditex, grupo responsável pelas atividades da Zara, uma das mais famosas redes de fast fashion no mundo. 

A padronização do design e da disposição das roupas nessas lojas também é um de seus pontos fortes. Ou vai dizer que você está doido para encontrar um McDonald’s pintado de azul quando for a Paris? Claro que a gente prefere o conforto de reconhecer aquele M vermelho a um quilômetro de distância.

O mesmo se aplica à moda, e é exatamente isso que as fast fashions buscam: a identidade da marca, a começar pela aparência do ponto-de-venda.

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Apesar de serem todos ambientes amplos e repletos de araras, a espanhola Mango é uma das que conseguem dar um toque de tranquilidade às lojas, refletido na atitude dos vendedores, gente de fala calma e que só interfere em sua compra quando pedido. 

A Zara, também da Espanha, é outra que preza pelo conforto do cliente na hora da compra, tendo cuidado com a qualidade da música ambiente e com o treinamento dos atendentes no que diz respeito ao conhecimento fashion.

E a principal vantagem dessas fasts estrangeiras em relação às nacionais: não têm cartão de crédito próprio, por isso não vai aparecer ninguém para importuná-lo no meio da importantíssima missão de escolha entre uma saia roxa plissada e uma preta lápis, oferecendo cartão de crédito da loja.

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O modo fast de espantar a crise

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Apesar de o IBGE ter divulgado números positivos em relação às vendas do varejo, impulsionados pelo lucro do setor automotivo, o mercado de roupas registrou uma queda de 4,7% no volume de vendas entre janeiro de 2008 e janeiro de 2009.

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Além disso, no último dia 23, a Serasa informou que a inadimplência com cheques registrou, em março deste ano, um crescimento de 18,3% na comparação com o mesmo mês do ano passado, o maior patamar em 18 anos (fonte: UOL).

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A partir dessas informações, não dá para afirmar que o setor passa por seu melhor momento. A Mango foi uma das afetadas pela crise aqui no Brasil, fechando as portas de sua loja no Shopping Ibirapuera, um dos campeões de vendas na capital paulista.

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As fasts tentam se readaptar a essa nova realidade, apresentando, inclusive, preços mais razoáveis.

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“Operamos nossas atividades num mercado complexo, em que há uma enorme quantidade de concorrentes, de lojas de departamento a multimarcas. Todos eles são importantes para nós, independentemente de seu tamanho. Mas nossa atenção é focada no cliente e não na concorrência”, afirma a representação da Inditex quando questionada sobre as estratégias para driblar a crise e enfrentar a concorrência crescente.

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Falando em concorrência, o Sério: Moda! pesquisou as características de algumas das marcas de maior evidência no País, nacionais ou estrangeiras, e está definitivamente convencido de que nem tudo que é fast precisa ser junk.

Dá só uma olhada:

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Zara: fast para degustar com calma

“A Zara tenta descobrir constantemente quais as demandas do consumidor e aplica todos os seus esforços para satisfazê-las com a melhor qualidade por um preço competitivo”, contou a Inditex ao Sério: Moda!.

Zara nasceu em La Coruña (portanto a pronúncia correta é “Sara”), em 1975, com a venda de lingeries. Só em 88 é que a Zara passaria a comercializar peças de moda, cruzando os mares já no ano seguinte, e chegando à América.

A primeira loja do novo continente foi aberta em Nova York. Hoje, a Zara é uma das maiores potências em fast fashion no mundo.

Blazer, legging, sapatos pesadões – em ciiima da moda


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No que diz respeito a nós, a Inditex acredita que “as brasileiras estão bem por dentro da moda e, por isso, apreciam a constante renovação das ofertas de produtos da Zara. Ela (Zara) vende para uma enorme variedade de tipos de clientes, adaptando-se às suas exigências”.

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Turquesa, roxo, amarelo e black – sãper fashion

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Já existem lojas Zara espalhadas por São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Porto Alegre e mais oito cidades brasileiras, mas não custa nada indicar uma para quem estiver a passeio em terras estrangeiras: a de Buenos Aires.

Localizada na Calle Florida, o principal calçadão comercial portenho, essa loja, além dos preços benéficos para o bolso brasileiro – em pesos -, possui uma variedade incrível de peças.

E, como o inverno argentino é mais rigoroso do que o nosso, vale a pena aproveitar as exclusividades em lã e couro da loja de lá.

São roupas que duram a vida toda e, embora sigam tendências do mundo fashion (como o xadrez e os casaquetos), não exageram na dose para não ficar datadas nunca.

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MNG: uma verdadeira empresa

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A Mango, mais conhecida no Brasil como MNG, nasceu em Barcelona, em 1984. A cultura espanhola é mesmo o que dá o tom da criação da marca, comprovado pelo uso da imagem de Penélope e Mónica Cruz em sua publicidade.

A internacionalização da Mango se iniciou em 92. A rede tem um verdadeiro significado de empresa, o que é traduzido na qualidade da roupa e no treinamento de seus funcionários, além de garantir uma ambientação confortável e tranquila, diferente das marcas nacionais.

Expansão foi a meta principal: são 1.233 lojas espalhadas por 92 países. Essa abertura inclui uma loja exclusiva de acessórios, um centro de design e até uma premiação.

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Xadrez e tons neutros – num clima “cowboy-froufrou”

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Aqui no Brasil, o alcance da Mango ainda não teve a proporção da Zara. A ponta de estoque do shopping Interlagos, que tinha justíssima fama de imperdível (tudo ficava muito baratinho mesmo) já não existe e qual não foi minha surpresa ao notar que a loja do shopping Ibirapuera está cheia de tapumes na frente?

Vida longa à Mango, mesmo que com uma quantidade reduzida de lojas. Caso esteja longe de uma delas, dê uma passadinha pelo site da MNG, cheio de dicas de moda e com acesso a um blog bem bacana sobre estilo.

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Blog anb black is beautiful


C&A: varejo inteligente

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A C&A tem origem holandesa, mas as brasileiras há muito tempo adotaram a marca como nacional, afinal ela já faz parte de nossas vidas há mais de 30 anos. Em 1976 foi inaugurada a primeira loja por aqui, no Shopping Ibirapuera, em São Paulo.

A filosofia da C&A sempre foi a de oferecer grande variedade de roupas a preços populares, ainda que o design fosse claramente extraído de lançamentos de grifes famosas.

Nos anos 2000, a marca passou a criar parcerias com estilistas como Marcelo Sommer e Paula Raia e Fernanda de Goye, da Raia de Goye, além de contratar supermodelos como garotas-propaganda – começando pela über Gisele Bündchen, passando por Daniella Sarahyba até as atuais Alessandra Ambrósio, Carol Trentini e Emanuela de Paula – o que deu brilho às suas peças, mas impactou no preço dos produtos.

Mesmo assim, a C&A ainda é uma boa opção para as compras de batelada. O Sério: Moda! recomenda a loja do Shopping Iguatemi.

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Mistura de estampas e Hello Kitty estilizada.

Xadrez, blazers e coletes – aqui num clima “grunge-hippie”

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Luigi Bertolli: garota nacional

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Casual e moderna, a urbana Luigi Bertolli faz parte do grupo empresarial GEP, que também detém a Cori. Todas as suas lojas dão conta dos públicos feminino e masculino, ao contrário de outras fasts (pois é, no fast fashion nós, mulheres, somos prioridade).

O legal da Luigi Bertolli é que lá dá para fazer uma espécie de compra fashion do mês: tem desde o arroz com feijão básicos para a nossa sobrevivência nas ruas (jeans, camisetas e camisas para um social correto), a mistura para a combinação ficar mais saborosa (saias, vestidos, casaquinhos) e até um temperinho para dar um toque especial ao look (blusas em tecidos finos e vestidos para ocasiões mais formais).

De alguns anos para cá, as lojas da Luigi Bertolli foram ficando menos quadradas, apostando num estilo rústico, mas moderno (curiosamente, caminho inverso ao da Siberian, para exemplificar), oferecendo conforto na hora da compra e qualidade de respeito, por um preço bem razoável.

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Básico – básico

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Fomos na Farm

Publicado em 25 abril 2008 on 13:01
Faro Fashion
Loja
Matéria de Daniela Varanda

É verdade que a Farm não é mais a mesma. Eu gostava muito do estilo étnico da loja, com estampas que misturavam tons fortíssimos de roxo, rosa e alguns azuis.

Mas se tem uma palavra que pode definir a Farm é renovação, então é até possível que essa grife tão bacana volte às origens uma hora dessas.

Enquanto isso não acontece, digamos que perdemos alguma originalidade na moda, mas ganhamos um site muito bem construído.

No fofíssimo http://www.farmrio.com.br/ é possível encontrar todos os lançamentos da marca carioca, agora focada num segmento mais jovem e neo hippie.
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A seção Lookbook do site traz vários looks para você se inspirar. Imprima (e use na hora de montar sua produção, mesmo que não seja com peças da grife).


A ousadia nos cortes virou arquitetura planejadíssima: as lojas são lindas, com araras que facilitam a escolha da peça e cheia de outras bugigangas legais – ideais para a gente comprar naqueles dias em que nenhuma roupa cai bem – como jogos americanos, adesivos para computador e acessórios.

Vale a experiência da visita, mesmo que você não seja o target da marca.



Farm Rio
Em São Paulo, nos shoppings Iguatemi e Market Place.
http://www.farmrio.com.br

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