Sério, Moda?

Posts Tagged ‘Fast fashion’

Pedro Lourenco lança coleção masculina para Riachuelo

Publicado em 25 maio 2011 on 22:05
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Homens. [Finalmente chegou nossa hora]

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Foi lançada ontem, dia 24/mai, a tão esperada coleção masculina de Pedro Lourenço para a Riachuelo.

Conferimos as peças com o designer in loco (!) e gostamos de muitas peças.

A coleção, em comemoração ao Dia dos Namorados, tem peças básicas como camisetas (manga longa e curta), moletons, camisas, jeans, alfaiataria, dois modelos de gravata (dessas mais fininhas, difícil de encontrar em lojas de departamento!), dois modelos de sapatos (uma bota de cano longo, mais social, e um tênis cano longo em texturas diferentes), carteiras e dois modelos de peças íntimas.

As peças que mais se destacam são os dois modelos de jaqueta e a calça de alfaiataria que, logicamente, nem esquentou nas araras.

As cores são sóbrias: branco e preto, cinza, verde e azul marinho. Alguns peças fazem um color blocking básico (os moletons, a calça de alfaiataria e camisa em preto e branco), mas interessante.

As estampas representam, bem…, catástrofes provocadas pelo homem, bombas atômicas e máscaras. #parapensar

A modelagem é mais sequinha e moderna.

 

Pedro Lourenço

 

Bom: os preços também estão bem acessíveis -  a peça mais cara custa R$179,00.

Como o próprio estilista declarou, a coleção foi pensada para homens que procuram peças mais contemporâneas e que não são facilmente encontradas em lojas de fast fashion.

É provável que uma segunda coleção do designer ainda seja lançada. Vale lembrar que outro grande nome da moda brasileira já fez parceria com a Riachuelo. Oskar Metsavaht lançou no Verão a coleção Rio de Janeiro que também fez muito sucesso entre o público masculino.

Então, meninos, corram até a Riachuelo e confiram as peças.

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Meninas, #ficaadica para presentear o namorado estiloso.

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Perfeito para: adiantar-se e comprar logo o presente pro namô – ou combinar um brunch especial com as amigas solteiras para o dia mais chatinho do ano para quem está alone.

Melhor ouvindo: Jack Johnson, Sitting, Waiting, Wishing [ouça abaixo!]

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Fast Fashion – Coleções assinadas masculinas

Publicado em 23 março 2011 on 19:25
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E nós, garotos? Como ficamos?

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Os antenados no mundo fashion já sabem, há muito tempo, que designers famosos e até celebridades andam fazendo colaborações para grandes lojas de departamento e lojas “fast fashion”, criando coleções com estilo e a preços mais, digamos assim, interessantes.

Lá fora a lista é grande: Kate Moss para Topshop, Madonna para H&M (que está aterrisando no Brasil), Penélope Cruz para Mango (que decolou do Brasil)…

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Kate Moss – com essa garota-propaganda as roupas nem precisavam ser bacanas – mas são.

 

Madonna com um modelito da sua coleção M by Madonna, para a H&M.

 

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Até o “Kaiser da Moda” – sim ele mesmo – Karl Lagerfeld, já criou coleções para H&M.Essa parceria deu tão certo que até Jimmy Choo criou um linha exclusiva de sapatos, também para H&M.

 

 

 

Mas a maioria das coleções é dirigida ao público feminino. E nós, garotos? Como ficamos?

 

Aqui no Brasil, a parceira entre designers famosos e lojas de departamento já está dando o que falar – e temos certeza que muitas ainda virão.

Como Jodie já passou para vocês, a C&A está lançando [hoje oficialmente] uma coleção belíssima e super “cool” criada pela Stella McCartney.

 

Ainda que o preço de algumas peças sejam proibitivos, não deixa de ser um avanço na louvável tentativa de democratizar padrões mais elevados de design de moda.

Mas a nossa vez também chegou. Nós, rapazes antenados e descolados, podemos respirar aliviados e felizes.

A Riachuelo já lançou uma coleção de Verão por Oskar Metsavaht (leia-se Osklen) para o público feminino e masculino, e também já anunciou uma parceria com Pedro Lourenço, que prometeu uma coleção com tudo que “o homem moderno quer e não consegue encontrar aqui” (Hum, coming soon, assim como seu site…)

Uma bela promessa, não? A coleção terá de camisetas a casacos com corte bacana e preços acessíveis.

E não é a primeira vez que isso acontece na Riachuelo. Há alguns anos a marca lançou, também para os rapazes, uma coleção de jeans por Fause Haten.

UFA, garotos!!! Agora, sim!

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Os Irmãos Eri são dois feras em moda e tendência. Enquanto um passa o dia acompanhando todas as informações de moda do m-u-n-d-o, o outro passa o tempo analisando t-u-d-o isso. Eles trazem ao Sério, Moda? um olhar mais amplo sobre comportamento & moda – afinal, a gente sempre disse que roupa comunica, e que as decisões fashion que você toma dizem muito – se não tudo – sobre você.

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Perfeito para: acabar de vez com o preconceito contra as lojas de departamento. Fast-fashion is cool!

Melhor ouvindo: miike snow – cult logic (time lapse video)

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Os antenados no mundo fashion já sabem há muito
tempo que designers famosos e até celebridades
fizeram colaborações para grandes lojas de
departamento e lojas “fast fashion”, criando
coleções com estilo e a preços mais, digamos
assim, interessantes. Lá fora a lista é grande,
Kate Moss para Topshop, Madonna para H&M, Penélope
Cruz para Mango… Até o Kaiser da Moda, sim ele
mesmo, Karl Lagerfeld já criou coleções para H&M.
Essa parceria deu tão certo que até Jimmy Choo
criou um linha exclusiva de sapatos também para
H&M. Mas a maioria das coleções é dirigida ao
público feminino. E nós, garotos? Como ficamos?
Aqui no Brasil a parceira entre designers famosos
e lojas de departamento já está dando o que falar
e tenho certeza que muitas ainda virão. Como
Jodie já passou para vocês a C&A está lançando
essa semana uma coleção belíssima e super “cool”
criada por Stella McCartney. Agora chegou a nossa
vez. Nós, rapazes antenados e descolados, podemos
respirar aliviados e felizes. A Riachuelo já
lançou uma coleção de Verão por Oskar Metsavaht
(leia-se Osklen) para o público feminino e
masculino e também já anunciou uma parceria com
Pedro Lourenço que prometeu uma coleção com tudo
que “o homem moderno quer e não consegue encontrar
aqui”. A coleção terá de camisetas a casacos com
corte e preços acessíveis. Não é a primeira vez
que isso acontece na Riachuelo. Há alguns anos a
loja lançou também para os rapazes uma coleção de
jeans por Fause Haten. UFA garotos!! Agora sim!!
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As delícias de não seguir a moda

Publicado em 14 novembro 2010 on 22:58

Unfollow.

Isso mesmo. Pare de seguir a moda.

Tá bem, agora vamos explicar o que acontece. Ou melhor, o que aconteceu essa semana, que me fez ficar com o maior bode – ou um bode maior – do mercado da moda.

Vocês sabem que eu sempre defendi o fast fashion, pela fato desse tipo de comércio democratizar o acesso ao design de moda.

Tudo bem que a cópia é uma prática totalmente discutível.

Mas tudo bem, também, que as referências de moda são coisas que estão aí, no ar, nas vitrines, nos blogs, nas revistas, nas ruas, ou seja,  o acesso a essas informações é livre. Afinal, somos todos parte do processo dinâmico e (quase) autônomo da moda.

OK. Esse é o macro-universo, muito ãn passãn (do francês chic “an passant”, ou seja, de passagem, de leve). Mas vamos falar do que nos interessa, ou seja, se como todo esse processo afeta a gente em dois micro-momentos cruciais e pessoais: a hora em que a gente se veste de manhã e a hora em que estamos tomando decisões de compra.

Bem, então lá estava eu, andando por uma avenida de comércio popular, prestando atenção em tudo – vitrine, araras, tecidos, acabamentos – e, principalmente, em como a cópia da cópia de tendências está ocorrendo com uma rapidez inacreditável e, infelizmente, nem sempre com o mesmo apuro em termos de qualidade.

Não é justo!

Não é justo com quem pensou e se debruçou sobre uma ideia e criou algo do nada – ou das referências – e não é justo com a gente, moçada a fim de consumir moda, sem, contudo, ter acesso a esses caras caros, mas nem por isso merecendo roupas mal feitas.

Claro que euzinha não posso mudar o mundo da moda. No máximo posso fazer algo por mim, e talvez por uma ou outra leitora fofa que sinta a mesma coisa que eu.

Foi aí então que me ocorreram vários estalos, que eu transformei em lições pra vocês:

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1- Você *não precisa* seguir a moda

Tá, óbvio. Mas você está aí, lendo um blog de moda, não está?

Então a 1ª coisa é tentar não sentir aquele apertinho no coração, aquela alterada de respiração toda vez que você vir uma peça “amor à 1ª vista” de uma nova tendência. Ou melhor, respirar fundo toda vez que essa sensação chegar.

Já parou pra pensar que a maioria das pessoas à sua volta não sabe o que é tendência de moda ou nunca ouviu ou pronunciou palavras como balonê, devorê ou matelassê?

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2- Fashion victim, já ouviu falar?

Pois é, é o que você se torna se “seguir a moda” fielmente. E isso, garota, não significa ter estilo.

Ser descolada está associado a decisões super particulares de moda, beleza e – pense nisso – comportamento.

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2- Os básicos e clássicos salvam

Pare e pense no seu guarda-roupa. Se você tem peças bem escolhidas, você talvez perceba que *não precisa* de uma nova peça.

Existe uma quantidade pequena de peças certeiras (que te vestirão do trabalho à balada) – as básicas, e de peças que jamais sairão de moda – os clássicos.

Estou sempre falando dessas peças aqui no Sério, Moda? – por isso você deve visitar o blog toda semana. ;] E também estou tumblando looks com clássicos, aqui no Só um clássico salva.

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NET-A-PORTER.COM

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3- O acessório é o rei, mesmo

Tá, vamos falar a verdade? Todo especialista de moda fala que o acessório faz o look, e que o acessório correto tem o poder de atualizar seu guarda-roupa a cada estação.

Mas, hello, bolsas de R$500,00 e sapatos de R$1.500,00??? Então vamos com calma.

Claro que você acha colares de dez reais e sapatilhas de R$ 20,00. Mas aí voltamos ao meu bode inicial – cópia, baixa qualidade, pouca personalidade fashion…

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É aí que entra a sua parte, seu dever em praticar garimpo fashion. Vou falar mais disso nos próximos posts, pois é aí que mora o segredo das pessoas estilosas: como tomar decisões e onde fazer compras de moda que te deixarão com um estilo único, sem acabar com a sua conta bancária.

Fica tranquila que tia Jodie vai te ajudar, tá?  ;]

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4- Usar até o fim

Já falamos disso aqui. Não dá mais pra fingir que a sua atitude, mesmo que mínima, tem um impacto enorme sobre o planeta.

Então, usar uma peça até ela acabar é uma decisão bonita e cheia de importância. E se você escolheu direito, ninguém vai poder datar as peças do seu look (voltamos ao item 2 aí de riba). E… elas não precisam ser exatamente suas – resgate peças rejeitadas nos guarda-roupas alheios.

Sabe, é dica dos consultores de estilo ter sempre uma peça velha na sua produção.

Quer que eu te convença mais? Alexa Chung. Pode reparar como ela – e outras garotas estilosas fotografadas nos blogs de street style – tem sempre uma botinha ou um casaco com ar vintage…

Vide, aliás, a moda das t-shirts podrinhas e a delícia de usar peças que tem história, aqui.

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Fast Fashion – Zara, Mango, C&A e Luigi Bertolli

Publicado em 3 maio 2009 on 14:12

Lojas – Zara, Mango, C&A e Luigi Bertolli

Matéria Especial

Daniela Varanda

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Quem resiste ao fast fashion?

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Que fast food é sinônimo de comida junk a gente sabe. E que tudo na vida ficou rápido demais também já percebemos há tempos.

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Mas nem tudo que é fast precisa ser atestado de mau hábito. Até então, não foram encontradas contra-indicações ao fast fashion, termo que se aplica àquelas lojonas superpráticas, com todas as tendências da moda num só lugar, e com aquela variedade que a gente adora.

A maioria delas é ampla, confortável, não tem vendedores incômodos e ainda possui condições de pagamento bem flexíveis. Por isso, não há por que temer efeitos colaterais: tome já sua dose de fast fashion.

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Um processo industrial

Rapidez, variedade e padronização: são esses os três principais pilares do fast fashion. Uma fast que se preze precisa ter uma logística muito bem estruturada, desde a criação até a distribuição de suas peças, e uma visão bastante empresarial.

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“A Zara é flexível e rápida ao se adaptar ao mercado. Seu modelo é caracterizado pela contínua renovação de produtos: novos artigos chegam às lojas duas vezes por semana. Isso é possível devido à integração vertical de suas atividades – desenho, produção e vendas nas próprias lojas da marca”, explica a Diretoria Geral de Comunicação e Relações Institucionais da Inditex, grupo responsável pelas atividades da Zara, uma das mais famosas redes de fast fashion no mundo. 

A padronização do design e da disposição das roupas nessas lojas também é um de seus pontos fortes. Ou vai dizer que você está doido para encontrar um McDonald’s pintado de azul quando for a Paris? Claro que a gente prefere o conforto de reconhecer aquele M vermelho a um quilômetro de distância.

O mesmo se aplica à moda, e é exatamente isso que as fast fashions buscam: a identidade da marca, a começar pela aparência do ponto-de-venda.

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Apesar de serem todos ambientes amplos e repletos de araras, a espanhola Mango é uma das que conseguem dar um toque de tranquilidade às lojas, refletido na atitude dos vendedores, gente de fala calma e que só interfere em sua compra quando pedido. 

A Zara, também da Espanha, é outra que preza pelo conforto do cliente na hora da compra, tendo cuidado com a qualidade da música ambiente e com o treinamento dos atendentes no que diz respeito ao conhecimento fashion.

E a principal vantagem dessas fasts estrangeiras em relação às nacionais: não têm cartão de crédito próprio, por isso não vai aparecer ninguém para importuná-lo no meio da importantíssima missão de escolha entre uma saia roxa plissada e uma preta lápis, oferecendo cartão de crédito da loja.

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O modo fast de espantar a crise

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Apesar de o IBGE ter divulgado números positivos em relação às vendas do varejo, impulsionados pelo lucro do setor automotivo, o mercado de roupas registrou uma queda de 4,7% no volume de vendas entre janeiro de 2008 e janeiro de 2009.

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Além disso, no último dia 23, a Serasa informou que a inadimplência com cheques registrou, em março deste ano, um crescimento de 18,3% na comparação com o mesmo mês do ano passado, o maior patamar em 18 anos (fonte: UOL).

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A partir dessas informações, não dá para afirmar que o setor passa por seu melhor momento. A Mango foi uma das afetadas pela crise aqui no Brasil, fechando as portas de sua loja no Shopping Ibirapuera, um dos campeões de vendas na capital paulista.

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As fasts tentam se readaptar a essa nova realidade, apresentando, inclusive, preços mais razoáveis.

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“Operamos nossas atividades num mercado complexo, em que há uma enorme quantidade de concorrentes, de lojas de departamento a multimarcas. Todos eles são importantes para nós, independentemente de seu tamanho. Mas nossa atenção é focada no cliente e não na concorrência”, afirma a representação da Inditex quando questionada sobre as estratégias para driblar a crise e enfrentar a concorrência crescente.

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Falando em concorrência, o Sério: Moda! pesquisou as características de algumas das marcas de maior evidência no País, nacionais ou estrangeiras, e está definitivamente convencido de que nem tudo que é fast precisa ser junk.

Dá só uma olhada:

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Zara: fast para degustar com calma

“A Zara tenta descobrir constantemente quais as demandas do consumidor e aplica todos os seus esforços para satisfazê-las com a melhor qualidade por um preço competitivo”, contou a Inditex ao Sério: Moda!.

Zara nasceu em La Coruña (portanto a pronúncia correta é “Sara”), em 1975, com a venda de lingeries. Só em 88 é que a Zara passaria a comercializar peças de moda, cruzando os mares já no ano seguinte, e chegando à América.

A primeira loja do novo continente foi aberta em Nova York. Hoje, a Zara é uma das maiores potências em fast fashion no mundo.

Blazer, legging, sapatos pesadões – em ciiima da moda


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No que diz respeito a nós, a Inditex acredita que “as brasileiras estão bem por dentro da moda e, por isso, apreciam a constante renovação das ofertas de produtos da Zara. Ela (Zara) vende para uma enorme variedade de tipos de clientes, adaptando-se às suas exigências”.

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Turquesa, roxo, amarelo e black – sãper fashion

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Já existem lojas Zara espalhadas por São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Porto Alegre e mais oito cidades brasileiras, mas não custa nada indicar uma para quem estiver a passeio em terras estrangeiras: a de Buenos Aires.

Localizada na Calle Florida, o principal calçadão comercial portenho, essa loja, além dos preços benéficos para o bolso brasileiro – em pesos -, possui uma variedade incrível de peças.

E, como o inverno argentino é mais rigoroso do que o nosso, vale a pena aproveitar as exclusividades em lã e couro da loja de lá.

São roupas que duram a vida toda e, embora sigam tendências do mundo fashion (como o xadrez e os casaquetos), não exageram na dose para não ficar datadas nunca.

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MNG: uma verdadeira empresa

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A Mango, mais conhecida no Brasil como MNG, nasceu em Barcelona, em 1984. A cultura espanhola é mesmo o que dá o tom da criação da marca, comprovado pelo uso da imagem de Penélope e Mónica Cruz em sua publicidade.

A internacionalização da Mango se iniciou em 92. A rede tem um verdadeiro significado de empresa, o que é traduzido na qualidade da roupa e no treinamento de seus funcionários, além de garantir uma ambientação confortável e tranquila, diferente das marcas nacionais.

Expansão foi a meta principal: são 1.233 lojas espalhadas por 92 países. Essa abertura inclui uma loja exclusiva de acessórios, um centro de design e até uma premiação.

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Xadrez e tons neutros – num clima “cowboy-froufrou”

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Aqui no Brasil, o alcance da Mango ainda não teve a proporção da Zara. A ponta de estoque do shopping Interlagos, que tinha justíssima fama de imperdível (tudo ficava muito baratinho mesmo) já não existe e qual não foi minha surpresa ao notar que a loja do shopping Ibirapuera está cheia de tapumes na frente?

Vida longa à Mango, mesmo que com uma quantidade reduzida de lojas. Caso esteja longe de uma delas, dê uma passadinha pelo site da MNG, cheio de dicas de moda e com acesso a um blog bem bacana sobre estilo.

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Blog anb black is beautiful


C&A: varejo inteligente

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A C&A tem origem holandesa, mas as brasileiras há muito tempo adotaram a marca como nacional, afinal ela já faz parte de nossas vidas há mais de 30 anos. Em 1976 foi inaugurada a primeira loja por aqui, no Shopping Ibirapuera, em São Paulo.

A filosofia da C&A sempre foi a de oferecer grande variedade de roupas a preços populares, ainda que o design fosse claramente extraído de lançamentos de grifes famosas.

Nos anos 2000, a marca passou a criar parcerias com estilistas como Marcelo Sommer e Paula Raia e Fernanda de Goye, da Raia de Goye, além de contratar supermodelos como garotas-propaganda – começando pela über Gisele Bündchen, passando por Daniella Sarahyba até as atuais Alessandra Ambrósio, Carol Trentini e Emanuela de Paula – o que deu brilho às suas peças, mas impactou no preço dos produtos.

Mesmo assim, a C&A ainda é uma boa opção para as compras de batelada. O Sério: Moda! recomenda a loja do Shopping Iguatemi.

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Mistura de estampas e Hello Kitty estilizada.

Xadrez, blazers e coletes – aqui num clima “grunge-hippie”

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Luigi Bertolli: garota nacional

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Casual e moderna, a urbana Luigi Bertolli faz parte do grupo empresarial GEP, que também detém a Cori. Todas as suas lojas dão conta dos públicos feminino e masculino, ao contrário de outras fasts (pois é, no fast fashion nós, mulheres, somos prioridade).

O legal da Luigi Bertolli é que lá dá para fazer uma espécie de compra fashion do mês: tem desde o arroz com feijão básicos para a nossa sobrevivência nas ruas (jeans, camisetas e camisas para um social correto), a mistura para a combinação ficar mais saborosa (saias, vestidos, casaquinhos) e até um temperinho para dar um toque especial ao look (blusas em tecidos finos e vestidos para ocasiões mais formais).

De alguns anos para cá, as lojas da Luigi Bertolli foram ficando menos quadradas, apostando num estilo rústico, mas moderno (curiosamente, caminho inverso ao da Siberian, para exemplificar), oferecendo conforto na hora da compra e qualidade de respeito, por um preço bem razoável.

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Básico – básico

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