Não é que a gente ficou com o vermelho na cabeça só por causa da campanha “Sem Tabaco, 100% Fashion“. Mas já fazia algum tempo que o vermelho, no pé, (!) estava chamando a nossa atenção.
O penúltima gota? Uma garota flanando pela Av. Paulista (semana passada, antes do frio chegar) assim:
Mas, gente, uma combinação certeira dessas [no meio de tantas outras tentativas mais "caprichadas" looks] se destaca naturalmente na multidão.
Aliás, já repararam em como a maioria das mulheres “capricham” no look e acabam ficando exageradas e iguais umas às outras? Pensem nisso.
Então, com isso em mente, voltemos aos pezinhos vermelhos. Vejam os looks que selecionamos e me digam: precisa de mais?
Vejam bem, o recurso do sapato vermelho é um “segredinho” clássico de estilo. Pode apostar.
A dica definitiva? Sabe aquela festa de casamento, ou qualquer outro evento desses que a gente tem que se fantasiar de dama? E que 90% das mulheres vão vestidas de preto {e com toda a razão}?
Exato: com uma sandália vermelha você vai arrasar. [E o IP* vai lá pra cima...]
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O Sério, Moda?, com os Eris, já havia antecipado que o vermelho seria a cor do inverno. Agora, voltamos a este assunto para pensarmos como usar, então, o clássico vermelho.
Acho que vocês me entenderão quando digo que as cores têm, digamos, personalidade: o rosa é meigo e doce, o laranja é uma cor alegre, o azul claro uma cor calma e mansa, e assim por diante.
Logo, antes de começar a montar o seu look, se pergunte: qual a personalidade do vermelho para você?
O brilhante estilista Valentino eternizou em vestidos incríveis um tom de vermelho vibrante e “carnudo”. Ele fez diversas experiências com vários tons de vermelho até encontrar o tom perfeito dele. Com a gente, funciona da mesma forma: através de tentativa e erro, você descobrirá o tom de vermelho que lhe cai bem.
Temos o vermelho alaranjado, que pode desembocar em combinações tropicais, se combinados com estampas em tons de verde-bandeira e cor de laranja/amarelo.
Dará um toque abrasileirado ao seu look, deixando você com jeitão de pessoa divertida, de bem com a vida. (Com um chapéu de palha, então, quando você passar na rua, tocarão Garota de Ipanema para você).
Temos um tom de vermelho mais fechado, assim meio desbotado/descarnado, que denominaremos como vermelho-velho.
Ele fica ótimo em mulheres de pele clarinha, e podem tanto construir looks mais góticos/rocker (para quem gosta do estilo, combinado com preto e renda) quanto podem ir para o lado de um look vintage, com estilo dos anos 20, principalmente quando combinado com aquele tom de rosa velho (rosa da vovó) e um pouco de branco “sujo”.
Vermelho com azul marinho e branco para criar um clima náutico: listras serão fundamentais. Uma saia de cintura alta azul marinho, com uma regatinha listrada de branco e vermelho, e você arrasará corações de marinheiros (e marinheiras).
Vermelho com cinza. Já que o cinza é um coringa, tanto quanto o preto, na arte de combinar cores, também é certeiro apostar nas duas cores juntas.
Assim como vermelho com bege, se você quiser um estilo mais “safari”.
Loiras ou morenas?
Tanto faz a cor do seu cabelo: ambas combinam com vermelho.
O que diferencia o tom de vermelho que você deve usar é seu tom de pele. Morenas-jambo, negras e mulatas combinam mais com tons de vermelho vibrantes, alaranjados, bem acesos. As de pele mais clara combinam mais com tons de vermelho puxados para o rosa.
Ruivas?
Depende. Se você tiver a cor do seu cabelo bem vermelha (estilo Rihanna), melhor não arriscar. Se você for ruiva acobreada, mais aloirada (estilo Julia Petit), aposte no vermelho-velho.
Cuidados
Vale ressaltar: percebem que o vermelho vem sempre combinado com outras cores? Porque um visú inteirinho vermelho não fica bem. Você poderá ser apelidada de bombeiro, vidro de catchup, etc. O vermelho deve vir misturado, para suavizar.
Bolsas e sapatos vermelhos merecem uma atenção especial. Dependendo do material de que estes acessórios são feitos, e dependendo do tom de vermelho, você parecerá saída de um clipe dos anos 80.
Vinil não combina com vermelho: fica over. Camurça e couros molinhos (ecológicos, sempre! Olha o meio ambiente aí, gente!) tem lugar garantido.
Se os acessórios tiverem aplicações, como tachas ou zíperes, tanto melhor: quebra a seriedade do vermelho com um toque cool e moderno.
Atenção a decotes e fendas profundos – jamais! Aliás, ambos ficam bem muito raramente, concordam? Mas, não custa frisar esse ponto. O vermelho vibrante já é uma cor ousada por si só, não abuse com decotes e fendas grandes – isso trará um certo “perigo” que você, definitivamente, não quer para o seu look.
Batom vermelho com look vermelho pode?
Depende. Se você segura um batom vermelho, então segura toda essa combinação. Só garanta que o vermelho do look esteja afastado do rosto, para equilibrar.
Vermelho com bijus douradas, pode?
Depende também. O vermelho vibrante com bijus grandes e douradas é receita automática de transforma-la na Viúva Porcina, prefira bijus prata. Ao contrário, se optar pelo vermelho-velho, você pode dar um “up” no seu visú com as douradas. Sem exageros, como sempre.
Vermelho, vermelhaço, vermelhusco, vermelhante… vermelhão. (Não consegui fugir da piadinha infame, sorry.)
Vermelho sugere motivação, atividade e vontade. Inspirem-se!
TEM DÚVIDAS FASHION? Mande sua dúvida p/ nós! Mande por Twitter: @Serio_Moda ou por e-mail: seriomoda@gmail.com. Nós respondemos!
Hoje, dia 31/mai, Dia Mundial Sem Tabaco, entramos novamente no pool de blogs de moda para divulgar a campanha “Sem Tabaco, 100% Fashion“.
Fiquem atentas, tudo que faremos em nome da campanha será somente pelo bem de cada uma de vocês.
O pretexto foi bom e nós pudemos pensar um pouco mais no vermelho – essa cor que é um clássico super poderoso.
Seguir a moda já é algo bem complicado, e em se tratando de aderir às cores da estação a coisa fica ainda mais complicada. As cores – a não ser que sejam clássicos como o preto, o branco, o azul-marinho ou o powerfull vermelho – datam muito facilmente e logo ficam com cara de hit da estação passada.
Sem falar na questão da cartela pessoal de cores – que cada uma de nós tem o mix de cores recomendadas para usar sempre e para não usar nunca, jamais, jamé.
Mas o vermelho, como dissemos, é um clássico. Não fica limitado pelo tempo.
Usem, abusem e olho na campanha Sem Tabaco, 100% Fashion. Afinal, sendo simples e direta: vermelho é bacana. Fumar não é bacana.
Perceberam o padrão? Top de listras + calça vermelha!
Uma jaqueta perfecto vermelha é PP (Lembram? Para Poucas!)
Um LRD – little red dress é um clássico definitivo. Usado do jeito certo: com acessórios não-vermelhos.
E se você acha que o vermelho é muito para você, mas ama a cor…
…um acessório em vermelho faz o look!
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Perfeito para: falar da campanha para aquela sua amiga. É, aquela. A que (ainda) fuma.
Desde que o Centro de Câncer de Brasília idealizou o “Sem Tabaco, 100% Fashion”, em 2003, a principal premissa sempre foi não radicalizar nem se colocar contra quem ainda fuma. Talvez por isso, tenhamos encontrado tanta gente bacana pelo caminho, como os blogueiros de moda que fazem parte da Rede Sem Tabaco.
Gente que abraçou a causa sem pedir nada em troca, como um dos nossos primeiros integrantes da Rede, o colunista Tiago Correia. Ele fez questão de acompanhar de perto a organização da festa que coroa o encerramento da edição 2010 do “Sem Tabaco, 100% Fashion”, hoje, quarta-feira (17/11) no Original Shundi em Brasília.
O produtor de moda Valter Lourenço segue com a gente e comanda a produção da modelada cedida mais uma vez pela Win Model. A Patachou cedeu os looks das meninas, enquanto a Calvin Klein vestirá os meninos. A Studio Z assina o make & hair.
Sob o comando dos sócios Nuam Garcia e Reginaldo Bontempo, o Original Shundi foi reinaugurado recentemente e também entrou para o nosso time de apoiadores. O local foi eleito em 2009 pela revista VEJA Brasília – “Comer & Beber” como o melhor Restaurante Japonês de Brasília.
Depois do desfile-intervenção que parou a Avenida Paulista em agosto, chegou a hora do leilão beneficente das camisetas “Sem Tabaco, 100% Fashion”, gentilmente customizadas por estilistas renomados de Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro.
Babi Xavier é a grande convidada do evento, que acontece na próxima quarta-feira (17/11), no Original Shundi – em Brasília, a partir das 19h. Versátil e super-engajada, a bela que já desfilou uma de nossas T-shirts fará pocket show ao estilo voz & violão, acompanhada do instrumentista Leonel Villar, da banda Cowbell.]
Quem se apaixonou por um dos modelitos terá a chance de levar para casa e, ainda, colaborar com o Instituto de Apoio ao Portador de Câncer (IAPC), que receberá a arrecadação integral do leilão.
PS: Studio Flair e Se Essa Roupa Fosse Minha também customizaram, mas as peças foram direto para o closet de personalidades que desfilaram em Sampa.
Programação
19h30 - Mini-desfile das camisetas “Sem Tabaco, 100% Fashion” 2010 customizadas pelos estilistas. 20h – Leilão das peças, conduzido por Babi Xavier. 21h – Coquetel e pocket show de encerramento.
No último dia de agosto, a Avenida Paulista foi palco de um evento de tirar o fôlego. Era pouco mais de 11h da manhã e uma multidão já se espremia para ver de perto o desfile-manifesto da campanha “Sem Tabaco, 100% Fashion”, no Conjunto Nacional.
O burburinho era justificável: mais tarde, a ex-BBB e DJ Lena Bahirah iria acionar as picapes para os modelos da Bravo Model subirem à passarela, ao lado de celebrities como a apresentadora Babi Xavier, a Miss São Paulo Karla Mandro, a atriz Maíra Dvorek e o campeão mundial de vôlei Amauri Ribeiro.
Até a madrinha da campanha, a editora de famosos do portal R7, Lelê Siedschlag, fez carão, vestiu nossa T-shirt e arrasou.
A idéia era uma intervenção urbana para mostrar que uma vida longe do cigarro é muito mais bela e fashion. Os largos corredores da galeria ficaram pequenos para comportar as centenas de pessoas que pararam para ver as beldades com a camiseta-manifesto.
Na primeira fila, representantes das instituições parceiras da campanha acompanharam de perto o desfile. Vale destacar as presenças de Mônica Andreis, vice-diretora da Aliança de Controle ao Tabagismo (ACTbr), e de Noedir Stolf, Diretor do Incor-SP.
O dia mal havia começado e o produtor de moda Valter Lourenço já estava no comando da trupe responsável pela montagem dos 30 looks, make & hair.
Sucesso em Brasília desde 2003, o movimento antitabagismo do Centro de Câncer de Brasília se une a um time de peso e aporta na capital paulista para mostrar que fashion mesmo é ficar longe do cigarro.
Na próxima terça-feira (31/08), o Espaço Cultural Conjunto Nacional será palco de nossa Ação Comemorativa pelo Dia Nacional de Combate ao Fumo (29/08), e queremos contar com a sua presença, querida leitora do Sério, Moda?
Quem passar pelo Espaço Cultural do Conjunto Nacional mais cedo, a partir das 9h, poderá conferir o nível de poluição dos pulmões (válido para fumantes e não-fumantes) e receber várias dicas de como levar uma vida saudável longe do cigarro.
A T-shirt da campanha também estará à venda, por R$ 40,00. Lembramos que todo o valor arrecadado será revertido ao Instituto de Apoio ao Portador de Câncer (IAPC).
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PROGRAMA
31.08, Terça-Feira
9h às 12h30 Estande de Orientação à Comunidade, com monoximetria e distribuição de materiais de orientação. Condomínio Conjunto Nacional – Avenida Paulista.
12h30 Desfile-Manifesto com versões customizadas da Camiseta “Sem Tabaco, 100% Fashion” 2010. Condomínio Conjunto Nacional – Avenida Paulista.
13h30 Almoço para parceiros e imprensa. Restaurante Zena Caffè – Jardins.
(Todas as celebridades, estilistas e modelos abriram mão do cachê.)
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FICHA TÉCNICA “SEM TABACO, 100 FASHION” SP Campanha: Centro de Câncer de Brasília (www.cettro.com.br)
Co-Realização SP: Incor
Apoio: ACTbr, Centro Paulista de Oncologia, Conjunto Nacional, Funcor, HCor, Inca e Sociedade Brasileira de Cardiologia
Madrinha da Edição SP: Alessandra Siedschlag
Modelos: Bravo Model e The Models Bank
Styling: Valter Lourenço
Site: http://www.semtabaco.com.br
Blog: http://www.cettro.com.br/blog
Twitter: @semtabaco
Não é somente no mundinho da moda que o cigarro é out. Na cozinha, o cilindrinho de tabaco também não é nem um pouco bem-vindo. O chef Carlos Bertolazzi compartilha da opinião.
Eleito o banqueteiro do ano pela revista Prazeres da Mesa, ele explica: “O cigarro anestesia o paladar e prejudica o manuseio dos alimentos, sem ele você tem mais sensibilidade para aromas e sabores”.
Bertolazzi fala com conhecimento de causa. Como ele mesmo descreve, sua relação com a nicotina já foi de “idas e vindas”. Dos 17 aos 30 anos, chegou a fumar mais de um maço por dia. “Nem sei como eu conseguia vender os meus carros, com todo aquele cheiro de fumaça”, recorda entre risos.
O início dos anos 2000 coincidiu com a decisão de parar de fumar. A recaída veio seis anos depois, quando foi trabalhar na Itália, onde todos fumavam, inclusive na cozinha.
Em 2008, ele tentou novamente e parou de vez. Coincidência ou não, foi no mesmo período que a carreira promissora deste renomado chef deslanchou de vez.
E só pra gente ficar na vontade, Bertolazzi assinará o almoço que será servido aos representantes das entidades parceiras, logo após a intervenção urbana no Conjunto Nacional (SP), na próxima terça-feira (31/08). Hummm…
Com caixa alta, exclamação e muito orgulho, a atriz e apresentadora Babi Xavier não deixa dúvidas sobre sua relação com o cigarro. Tanto que aceitou na hora o convite para abraçar a campanha “Sem Tabaco, 100% Fashion”, criada em 2003 pelo Centro de Câncer de Brasília.
Junto com outras celebridade e modelos e você, Babi vai relembrar a época de passarela. No dia 31 de agosto, ela estará no Conjunto Nacional – Avenida Paulista (SP), onde participa de um desfile-intervenção especialmente montado em prol do movimento que une moda e saúde para alertar jovens e adolescentes dos malefícios do tabagismo.
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Entre uma conversa e outra, a bela deu o seguinte depoimento:
“Meu pai parou de fumar algumas vezes, ficava bem saudável, mas, ainda assim, morreu de ataque cardíaco fulminante aos 56 anos, em 2003.
Minha mãe parou de fumar quando voltou a frequentar a Igreja Batista. Voltou um tempinho, por estresse, preocupação com a vida, mas viu que essa não era a saída para as suas questões.
Eu e meu irmão nunca quisemos tocar em cigarro! Sempre fizemos muito esporte. Depois, aos 14 anos, eu queria ser modelo, e modelo, na minha cabeça, não fumava, nem bebia. Quando finalmente ingressei na carreira, não aprendi a fumar nem pra fazer as propagandas de cigarro, que eram as mais bem pagas na época.”
Muda de cabelo como muda de ideia, jura que faz uma pasta al salmone de comer ajoelhado. Além de tudo, Alessandra Siedschlag, ou simplesmente Lelê, agora é também madrinha do movimento “Sem Tabaco, 100% Fashion”, que aporta em São Paulo no dia 31 de agosto.
Lelê não pensou duas vezes para aceitar o convite. Mesmo tendo crescido em um ambiente de fumantes, ela reconhece os malefícios do cigarro: “Minha mãe e minha irmã são o que podemos chamar de heavy users. Meu pai também fumou durante um bom tempo, mas parou depois”.
A dinda recorda que experimentou cigarro de cravo, ainda adolescente, fumava na balada, mas parou quando, um dia, tossiu sangue. Mais tarde começou a fumar porque o namorado fumava. “Eu mascava chiclete junto, odiava o cheiro, era muito sem noção”, lembra.
Por muito tempo Lelê evitou baladas para não voltar para casa cheirando a cigarro. “Há pouco me chamaram para discotecar. O cheiro de fumaça era tão forte que cheguei a passar mal.”
Nossa madrinha deixa claro que a intolerância dela não se estende aos fumantes, mas sim aos prejuízos trazidos pelo cigarro. “Não tenho nada contra quem fuma, até meu marido fuma, alguns dos meus melhores amigos também”, revela.
Dentro de casa? “Nem pensar!”, enfatiza.
Lelê é uma das personalidades, junto com você, que vão desfilar na intervenção urbana “Sem Tabaco, 100% Fashion”, que acontece às 12h30 do dia 31/08, no Conjunto Nacional – Avenida Paulista.