Não faz mal que o inverno acabou – se bem que, graçazadeus, as temperaturas altas ainda estão dando uma trégua pra gente. Vamos falar de um elemento clássico hoje, e como tal, você pode investir numa compra em qualquer ano – ou época do ano – que ele não sairá de moda tão cedo=nunca.
Aliás, este pode ser o melhor momento para ir atrás de alguns clássicos invernais – já que as lojas liquidam peças da temporada passada sem dó.
Alguns tecidos ou estampas clássicas são chiques por excelência, o que pode te dar mais um empurrãozinho caso você tenha a sorte de se vir cara-a-cara com um deles numa liquidação.
Vamos focar no veludo – o molhado – hoje:
Vale para acessórios…
… e para os meninos.
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Perfeito para: comer purilito de chocolate lembrando daquela sua amiga sensacional
Pois bem, o mix continua em alta. Mais que isso: há uma versão rebelde dessa mistura. E porque rebeldia pouca é bobagem, a ousadia conta com uma peça clássica, a jaqueta de couro.
E pode parar. Nem pense em pensar que estamos falando de couro natural. Obviamente estamos nos referindo ao couro ecológico – o fake. Falso mesmo. 100% poliester. 100% poliuretano.
Bem, talvez a graça desse combo resida na mistura inusitada: uma peça super feminina/delicada [o vestido] com outra tão agressiva [a jaqueta de e-couro].
E como todo mix high-low que se preze, o resultado só poderia ser um: visualmente muito interessante.
#copie
#sorrymeninos
Vai com estampa floral
Vai com o LWD – claaaro!
Uau! Vale radicalizar e customizar a jaqueta.
Renda + couro = super contraste
Funciona com longo. Aliás, com vestidos de festa também. Pura ousadia fashion.
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Perfeito para: escolher alguma coisa que você gosta muito de comer, comer, despedir-se, e nunca mais comer.
Péra, você ainda não entendeu? Ah, não faz mal. Mesmo.
É que quando a gente diz “clássico“, a gente não está falando do estilo clássico (sério, formal, elegante), mas sim das peças clássicas. Aquelas! As curingas, atemporais, polivalentes, eternas.
Peças que nunca saem de moda, nunca deixam de vender e – importante – de tempos em tempos, ficam super em alta, virando, por assim dizer, the last cookie of the package. {Vamos no inglês que é pra ficar chique e pra todo fashinista entender.} #sarcasmo
Como a camisa branca.
Então quando a gente resolve falar da camisa branca, é para mostrar que essa peça continua sendo super usada – e de forma que parece que ela nasceu ontem (e a gente também – ou quase, oras!).
{A maioria das imagens desse post foram retiradas do nosso 2° projeto paralelo, o tumblr “Só um clássico salva esta blogueira“, e como tal, foram reblogados.}
O combo cromático clássico por excelência é o preto e branco.
A gente sempre pensa em Chanel quando vê essa dupla imbatível, talvez pelo destaque que ela deu às listras nessas cores, ou pelo sapato bicolor, ou pelos tailleursbrancos com debrum preto – ou vice-versa.
Fato é que o black and white é uma dupla certeira – e forte.
E com um pouco de esperteza sua, ele ainda se presta ao serviço de destacar e disfarçar: o branco destacando, o preto ocultando.
Para quebrar a dureza do look (e o ar de anos 80), a sugestão é acrescentar acessórios coloridos ou usar um pouquinho da sua mistrura (o cinza).
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Perfeito para: começar tudo de novo – não importa o que.
Assim, eu chamo um Dr. Martens de coturno (é um erro?) – e fico rezando para que os pecados do passado (cometidos por tribos que adotaram a referida bota como uniforme) fiquem lá mesmo, no passado.
Quem tem aparência frágil e delicada precisa, às vezes, de um símbolo de força para garantir uma dose extra de segurança.
Segurança, você deve saber, é um dos componentes do charme.
Um par de Dr. Martens pode ser o complemento ideal para aquele vestidinho ingênuo, aquela saia longa etérea ou para os dias de chuva, mesmo, com uma legging ou uma skinny – se o corpinho assim o permitir.
Vale também com uma calça reta, sequinha – utilizando o recurso das barras dobradas pra atualizar o look e não esconder o estiloso coturno.
Ah, e para os garotos, misturar com gravata, cardigan ou camiseta com estampa pseudo-fofa, pra quebrar o ar rage against the machine, é perfeito.
Preciso dizer que é um clássico?
#invista
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Perfeito para: aproveitar o dólar baixo e comprar seu par de Dr. Martens pela internet.
Falando em preguiça, sem ofensas. Mas tem coisa mais prática que um vestidinho? Ainda mais se for o clássico pretinho básico? Ou o LWD, o little white dress?
Sim, porque o branquinho básico é o novo pretinho básico.
Ahaha, pois é. Finalmente sacaram que um vestido inteiro branco é tão versátil quanto o LBD – little black dress.
E dessa forma, com essa aura de versatilidade e universalidade – serve pra qualquer astral, qualquer garota, qualquer hora, qualquer ocasião – o branquinho básico vai adquirindo o status de clássico.
Talvez mais uma estação e pronto, será oficial.
Com acessórios pretos e rebeldes, o mix mais cool.
E porque agora estamos in love com os leitores-garotos do blog, o equivalente masculino: look white total.
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Perfeito para: comer uma pasta [com babador, se o molho for vermelho]
Super estimulada pelo fantástico post da Ruh Dias sobre como usar xadrez – e seguuura o impulso consumista, aiaiai – vamos continuar batendo na tecla dessa estampa clássica e ver alguns looks atuais.
O mais “seguro” na estampa, além dela já ser um clássico, é que, com ela, você pode adicionar pitadas generosas de cor na sua produção, correndo pouquíssimo risco.
Sendo harmoniosa ou constratante, a construção do xadrez faz com que as cores conversem entre si – às vezes se misturando, às vezes se sobrepondo.
Dito isso, e com as dicas da Ruh, sem mais.
Vamos aos looks! Foco nas cores. #inspiração
Ei, repara! Atrás desse mix de bijoux, ali. Depois do xadrez, lá. Mistura de estampas!
Linda sobreposição com xadrez. Você já tinha pensando nisso?
Olha o vichy – o padrão é total verão, total retrô.
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Perfeito para: começar a contagem regressiva para a semana de 3 dias terminar. {3…}
Não fica brava, mas talvez seja um pouco difícil evitar a repetição nesta coluna do blog. Afinal, são limitadas as peças da moda que se enquadram na categoria dos clássicos.
É limitada, também, a percepção de que estas peças deveriam ser as principais no guarda-roupa da gente.
Infelizmente, aqui no Brasil {ainda} rola o preconceito de achar que moda é um assunto menor. Mas não é.
Conceitos de estilo deveriam ser ensinados para os pequenos, assim como habituá-los à leitura, aos bons modos e a princípios bacanas.
Ainda que esbarre em valores menores, como vaidade e esnobismo, moda tem lá sua utilidade prática e “imaterial”. Não podemos desconsiderar o efeito emocional que o vertir-se bem provoca – tenho certeza que você já provou esse efeito na pele e tem pelo menos uma boa história para ilustrar o fato.
Bem, antes que eu me prolongue no assunto, vamos exercitar mais um pouquinho nosso olhar, vendo novos looks com o mega-clássico trench-coat {uma ótima opção, aliás, para os dias de frio ameno, ou pra quem está na parte do país em que inverno=chuva}.
Vale para os meninos também…
…até para inspirar a gente com essa incrível paleta de cores!
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Perfeito para: você, garota que já comprou seu trench, mas ainda não se habituou com o estilo da peça. Se joga, garota!
A estampa de bolinhas é fofa por natureza, mas dependendo do tamanho da pois, ou seja, da ‘ervilha’, e do contraste da estampa com o fundo, você pode obter looks ousados, românticos, ingênuos ou divertidos.
Quanta versatilidade para um padrão só, não?
E fora tudo isso, você sabe: petit pois é coisa que se passa de mãe pra filha. E é coisa que não passa de moda.
Aliás, coitadinha da estampa fofinha, tem gente que não gosta! Mas temos cá para nós que é tudo uma questão de adaptação. É questão de você achar uma estampa de bolinha {ou de bolona, porque não?} pra chamar de sua.
Garanto que, quando você a encontrar, vai ser amor à primeira segunda vista.